quinta-feira, 17 de março de 2011

¿Por que sempre temos tão pouco tempo.?

Ao som dos minutos me dando rasteiras

_____Lembrei desse texto do Paulo Coelho na madrugada, enquanto refletia que há uma coisa que não mudará nunca: Eu permaneço perto das pessoas somente enquanto puder ajudar.

_____"Um guerreiro senta-se ao redor da fogueira com seus amigos. Passam horas acusando-se mutuamente, mas terminam a noite dormindo na mesma tenda, e esquecendo as ofensas que foram ditas. De vez em quando, aparece um recém-chegado no grupo. Porque ainda não tem uma história em comum, mostra apenas suas qualidades, e alguns o enxergam como um mestre. Mas o guerreiro da luz jamais o compara com seus velhos companheiros de batalha. O estrangeiro é bem-vindo, mas só confiará nele quando souber também os seus defeitos.

_____A coisas vão mudando e continuam iguais. Eu poderia escrever uma série de laudas sobre o que estou fazendo ou pensando nos últimos dias sem, todavia, dar a elas nenhuma importância. Invento um paradoxo curioso, mas muito meu. Estamos todos inseridos num contexto muito maior em termos de tempo e espaço no qual não existe nenhum grande plano e nem uma promessa de vitória no final. Nada do que a gente faz importa e justamente por isso, tudo é importante. Tudo o que fazemos no agora.

_____E os meus agoras, esses sim, são repletos de toda intensidade que eu consigo.


_____"Em última instância, será como é e sempre foi: as grandes coisas ficam para os grandes, os abismos para os profundos, as branduras e os tremores para os sutis e, em resumo, as coisas raras para os raros."

Nenhum comentário:

Postar um comentário